
Peter Adams
1978. uma cidadezinha calorenta no interior de são paulo. 8:30hs da manhã. aula de educação física no colégio público. 5a., 6a, 7a. e 8a. séries reunidas para avaliação bimestral. a avaliação, um teste de cooper. algo com tempo marcado e nota de acordo com o desempenho na corrida.
Marcelo tem 12 anos, 5a. série, sorriso fácil, bonito, alto, coxas grossas no shorts curto, penugem que em breve serão pelos espessos. o pau infantil já grande e grosso, prestes a transformar-se em cacete adolescente com uma cabeça bonita e lustrosa. a bunda carnuda adornada com um botão de flor rosa. botão-flor-rosa-cu-virgem.
Victor tem 14 anos, 8a. série, loiro de olhos azuis mar. mar não, céu. corpo feito/perfeito. pernas tortas. coxas de jogador de futebol. cabelos encaracolados. pau branco lindo, com um prepúcio macio guardando a cabeça vermelha e sulcada. um sulco largo e generoso que expele generosa quantidade de uma baba transparente. um pau que passa o dia entumescido com qualquer contato que seja. cueca, shorts, calça.
nunca se viram. nunca sequer se cruzaram por aí. mas diante do evidente desespero de Marcelo por nunca na vida ter feito tal teste, Victor de aproxima.
Victor: - oi, tudo bem? você parece nervoso. prazer, meu nome é Victor.
Marcelo: - oi, prazer Marcelo. pois é. o que é esse teste de cooper que o professor vai dar?
Victor: - não se preocupe. ele cronometra 12 minutos no relógio e você deve correr em volta da quadra neste tempo. só isso. mas, vou te dar uma dica. não corra muito rápido no início. crie um ritmo e siga ele até o final. não tem o que errar. vai lá, tua turma é a primeira.
Marcelo: - poxa valeu, hein. até mais.
Marcelo correu e se não foi o melhor, ficou acima da média. aguardou Victor correr e viu que este sim, foi o melhor de sua turma. correu como um leão. forte, rápido e másculo. pela primeira vez Marcelo sentiu uma atração estranha por um homem. algo que nunca tinha sentido. Victor veio ao encontro de Marcelo e cumprimentou-o pelo desempenho. Marcelo retribuiu. ambos sorriram e o cheiro do suor de Victor, misturado com aquela visão do shorts molhado e colado nas coxas, fez seu pau endurecer. Victor percebeu e o enorme volume no shorts molhado, mostrou que o tesão era recíproco. descobriram-se praticamente vizinhos e foram embora caminhando lado a lado meio constrangidos.
Victor: - você conhece aquele sítio aqui perto que tem um pasto enorme com um riacho?
Marcelo: - o do zé candinho? aqui no final da rua, na saída da cidade? conheço.
Victor: - esse... esse. topa correr daqui até lá e dar um mergulho?
Marcelo: - vamos.
correram toda a rua, um pedaço da rodovia que saia da cidade e por fim um caminho de terra que levava até o pasto do sítio. chegaram exaustos, suados e caíram na grama. não conseguiam falar. apenas rir. quando recuperaram o fôlego, Victor pulou em cima de Marcelo e disse:
Victor: - agora vamos lutar.
Marcelo surpreso com aquele gesto brusco, tentou empurrar Victor mas, não conseguia. ele era muito mais forte e o peso do corpo dele impedia. era o que Victor esperava, que Marcelo resistisse. começaram a encenar uma luta onde os corpos suados e quentes se fundiram. as coxas, os peitos, os braços... e os paus. os dois paus duros denunciando as segundas intensões daquilo tudo. Victor segurou forte Marcelo de forma que este não tinha saída. então os rostos colaram e as bocas molhadas se encontraram. Victor meteu a língua grossa e quente dentro da boca de Marcelo, demarcando aquele território com sua saliva doce. meteu a língua fundo e os lábios carnudos de Marcelo aceitaram a invasão. em segundos estavam nus. Marcelo estava bêbado de tantas sensações. eram muitas ao mesmo tempo. todas novas. Victor mais experiente por trepar com a namoradinha do ginásio, conduzia tudo. abraçou Marcelo e enquanto beijava sua boca, meteu o pau melado dentro daquele cu apertado e virgem. penetrou aos poucos, metendo cada centímetro. Marcelo sentiu dor e prazer. sentiu pela primeira vez a sensação de ser violado. Victor sentiu o coração e o pau pulsarem loucamente. o mundo sumiu de repente. todos os barulhos cessaram. então Victor jorrou toda a porra que possuia, dentro daquele cu agora desvirginado. urrava. Marcelo com o pau enterrado no cu, quase perdeu os sentidos. subiu aos céus... sentou a direita... Hosana nas alturas... desceu ao inferno. a luxúria queimando seu corpo o fez gozar sem tocar-se. não era mais criança. nunca mais seria.
ficaram assim inertes. dois corpos mortos. aos poucos foram recobrando as forças e deitaram um ao lado do outro.
Victor: - você já tinha feito isso alguma vez?
Marcelo: - nunca.
Victor: - gostou?
Marcelo: - acho que sim...
Victor:- eu quero mais outro dia. vou te ensinar mais coisas. você vai gostar.
Marcelo: - vamos pular na água?
Victor: - quem chegar por último é mulher do padre.
os encontros continuaram pelos meses seguintes. sempre seguiram o mesmo ritual. porque para eles aquilo nunca foi sexo. aquilo era brincar de lutar. dois garotos brincando de luta. mas no final do ano os pais de Marcelo anunciaram a mudança para são paulo. encontraram-se pela última vez e naquele dia chovia. ao invés do pasto, abrigaram-se numa casinha abandonada no final da rua. mas dessa vez não lutaram. olharam-se nos olhos e despediram-se com um beijo. mudo. apenas algumas palavras de Victor.
Victor: - se cuida garoto. na cidade grande tem muita gente ruim. não deixa ninguém te machucar, tá bom?
nunca mais se viram. Marcelo voltou, já adulto, anos depois para visitar parentes. buscou por Victor. soube que hoje ele vive em outro Estado, casado, com 2 filhos. uma tia lembrou-se que tem o telefone do sobrinho. Marcelo já em são paulo ligou e escutou do outro lado da linha a mesma voz de quase 20 anos atrás. só que agora, uma voz de homem. riram. falaram de tudo e fizeram a promessa de um dia reencontrar-se, para matar as saudades dos velhos tempos.
* p.s.: post requentado, porque o dono do blog tá péssimo de inspiração e saco para escrever algo novo. fui.
9:35 PM
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Bryan Mullennix
BBB5 ou O QUE VOCÊ FAZ QUANDO NINGUÉM TE VÊ FAZENDO?
imagine-se observado 24 horas por dia. exatamente isso que você pensou, algo como big brother brasil. estou(ava) seguindo o tal programa nesta edição. (quem mandou quebrar o tornozelo?) e se serviu para alguma coisa, foi para analisar esta possibilidade bizarra. imaginei ficar trancafiado com mais alguns "cobaias" por determinado tempo, longo tempo, observado 24 horas por dia. então algumas questões vieram à mente. passada a primeira semana de novidades, o que se tem para fazer o dia inteiro? malhar, comer, tomar sol, pegar uma piscininha, jogar conversa fora e depois? ler um livro? eu nunca vi nenhum deles lendo nada. portanto, isso fora! não tem tv! o que aliás pode ser uma benção. não tem internet, blog e orkut. pânico! você tira um cochilo e ainda falta mais da metade do dia. se quer soltar um peido, não pode? ou eles criam aquela intimidade deselegante de namorados e familiares? cutucar o nariz? palitar os dentes? coçar a bunda? coçar o saco/xana? bater punheta/siririca? tirar a cueca/calcinha do cu? comer sorvete direto do pote com colher? a lista é vasta dos itens "o que você faz quando ninguém te vê fazendo". fora o stress de querer fazer sexo e ter que ficar chupando o dedo, já que todo mundo ali é hétero e definitivamente o baiano não faz meu tipo. por fim, ter que agüentar aquelas falsas loiras o dia inteiro falando sem parar, cantando desafinado, dançando axé, ajeitando os peitos, alisando os cabelos com chapinha e provavelmente usando aqueles perfumes adocicados... afe! quer saber? eles se merecem e merecem 1 milhão. eu, nem por 1 milhão! quer dizer... 1 milhão? já abriram as inscrições para o bbb6?
4:09 PM
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"A INFLUÊNCIA DA IMIGRAÇÃO NA CULINÁRIA PAULISTA" ou PASSEI, CARALHO!!!
Traçar um mapa das diversas culturas que influenciaram a gastronomia paulista, não é uma das tarefas mais fáceis.
Historicamente, São Paulo sempre foi um pólo de atração , seja por sua próspera indústria, comércio fervilhante ou intensa agricultura no interior do Estado.
Desta forma, árabes, italianos, espanhóis, japoneses, libaneses e tantos outros povos que aqui chegaram, transformaram nossa então tradicional cozinha caipira num delicioso caldeirão multisabor.
Notadamente, alguns pratos destas culturas destacaram-se dentre outros por sua adaptabilidade ao gosto paulista, chegando ao status de símbolo da cidade, como a tradicional pizza aos sábados DOMINGOS (viu, L).
Porém, não menos importantes, todas as contribuições gastronômicas encontraram aqui apreciadores apaixonados e um lugar para brilhar neste vasto cardápio que compõe hoje a gastronomia paulista.
Portanto, não se impressione se quando der vontade de degustar novamente aquele maravilhoso couscous marroquino que você provou em suas últimas férias pela Europa, você encontre exatamente igual num charmoso e aconchegante restaurante ali na esquina.
com essa maravilhosa redação, modesto eu, e mais um teste de matemática e português, entrei no curso de gastronomia do Senac que tanto queria. já devidamente matriculado e liberado pelo médico para voltar na próxima segunda-feira ao trabalho e aos estudos, não esquecendo é claro de me amparar numa bengala, consegui manter os planos até aqui como planejei, apesar do acidente de percurso. obrigadíssimos especiais ao Rique que além de motorista particular... brincadeirinha, como best friend me ajudou a segurar essa barra, aos amigos raptores Didi, D*b*, Marcão e Pedrão que fizeram esse mês de pé para o alto muito menos estressante e a todos vocês que vieram aqui desejar melhoras e escutar minhas lamúrias. é isso moçada, bola pra frente.
9:51 PM
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Peter Mason
Carnaval? onde? nem te ligo... eu nem gosto de Carnaval mesmo. quanto tempo falta pra Páscoa?
2:44 PM
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