
Montagem em foto de David Leahy
2:32 AM
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BLOWJOB *
há três semanas ele foi contratado para trabalhar no banco e está ocupando a mesa ao lado da minha. foi alocado no projeto onde está o cara mais gostoso e escroto da equipe. juntos, falam de carros, futebol e mulheres. na mão direita ostenta uma daquelas alianças cafonas de compromisso, comprada provavelmente na casa das alianças. dia desses, já em final expediente, entrei no banheiro para a última mijada do dia e no box ao lado uma sombra no chão de ladrilho semi-brilhante, deixava claro que rolava uma poderosa punheta pelo movimento familiar refletido. curioso e de pau duro, enrolei um tempinho lavando as mãos e o rosto demoradamente até que a porta se abrisse. para meu espanto, sai de lá meu amigo recém chegado. com uma cara algo entre encabulado e forçadamente natural, tentou não demonstrar o que estava fazendo. eu dissimulado, devolvi com um olhar no melhor estilo "eu sei o que você fez no verão passado", disse alguma bobagem para quebrar o gelo e fui embora. tudo seguiria normalmente se no dia seguinte pela manhã ele não chegasse e me cumprimentasse de uma forma um tanto quanto efusiva demais e não resolvesse me encarar a cada levantada que dava para ir buscar uma folha na impressora. eu como de santo não tenho nada, na segunda vez que em que saquei os olhares me afastei um pouco da mesa e dei uma bela ajeitada no cacete enquanto ele se aproximava. o teste mor de detecção de gays: a famosa patolada. o efeito foi como um imã. imediatamente ele grudou os olhos no meu pau e não tirou até sentar-se. bingo! mais um "heterossexual" louco por uma vara. o frio na barriga e o pau latejando não deixaram mais me concentrar no que estava fazendo e pelo jeito o mesmo aconteceu com ele. nem dez minutos se passaram e ele, a caminho do banheiro, olha para mim de forma convidativa. fui até o banheiro já sabendo de antemão o que encontraria e mais uma vez não estava enganado. lá estava ele de pau duríssimo no mijador esperando que eu fizesse o mesmo. a sensação de perigo eminente, num lugar no mínimo absurdo para estar rolando aquilo e ainda com alguém até então insuspeito, formaram a receita mais do que perfeita para que eu não resistisse e botasse o cacete para fora no mijador ao lado. ele nem pestanejou. olhou direto para minha pica e saiu para a frente do espelho onde, fazendo que arrumava as calças, me mostrou a bunda perfeita. esse ritual se repetiu por mais uma ou duas vezes naquele dia e no dia seguinte. no terceiro dia, resolvemos repetir o ritual num banheiro maior e mais afastado no bloco ao lado do qual trabalhamos. só que dessa vez, ele abaixou e abocanhou meu cacete de uma só vez e ficou mamando até que eu gozasse na garganta dele, o que não demorou muito. meu tesão e a situação em si aceleraram o processo mil vezes. voltamos para nosso departamento distantes um do outro, sem trocar uma palavra. afinal nós nunca sequer fomos apresentados. estes últimos dias porém, uma senha foi estabelecida para que repetíssimos as mamadas. cada vez que ele passa próximo a minha mesa, sempre ao final do expediente, e diz que está indo tomar um café, é sinal de que vou ganhar uma bela chupada. ossos do ofício....
* isto é uma obra de ficção. qualquer semelhança com fatos ou pessoas reais, tera sido mera coincidência. ou não! :Þ
2:17 AM
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